[RP] Kneel Before Your Master!

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[RP] Kneel Before Your Master!

Mensagem por Mikhail Donovan em Qui Mar 08, 2018 2:24 pm

Kneel Before Your Master!



A RP se passa no dia 11 de março, domingo, onde o mestre Mikhail Donovan decide brincar um pouco com o seu escravo e propriedade, Petrus Law. O local em questão é a residência do mestre.



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Mikhail Donovan

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Re: [RP] Kneel Before Your Master!

Mensagem por Mikhail Donovan em Qui Mar 08, 2018 6:59 pm



Serve me, bitch!
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who cares about their anal destruction? Who really cares about you? No one! Just my dick!




O dia estava sendo cansativo. Entre dedilhadas no teclado do computador e suspiros de cansaço pela fadiga mental, pensava como provavelmente Petrus deveria estar sozinho, sem mim. Estreitei os meus olhos, abrindo o aplicativo em meu telefone e ligando as câmeras que eu havia espalhado por toda a casa, de forma que eu pudesse vigiar de perto minha putinha. E lá estava ele, com sua coleira, usando apenas uma cueca rosa que era obrigatório e tendo como bebida apenas um galão de mijo que eu costumava coletar para que ele pudesse ficar hidratado durante o dia inteiro, já que eu vivia ocupado. Não me importava com os efeitos negativos que poderiam ocorrer mediante a ingestão de tanto mijo, afinal não era comigo mesmo e, se ele adoecesse, seria fácil descarta-lo e conseguir outro. Já matei escravos antes, ele era só mais um (apesar de ser bastante gostosinho).

Fitei-o com gosto enquanto ele andava pela casa e cuidava dos afazeres domésticos. Desde que eu havia conseguido Petrus, ele havia sido muito bem treinado para saber fazer todos os afazeres domésticos, dos mais simples aos mais dificultosos, tudo para que ele passasse o dia trabalhando (afinal eu não iria criar um escravo preguiçoso, ele precisava me recompensar, não?). As câmeras por toda a casa eram uma garantia de que ele não descumprisse as regras, nem fizesse nada que eu não pudesse ficar ciente. Mesmo quando as câmeras eram escondidas, ele já era bastante obediente, nunca retirando os plugues anais, os anéis penianos ou a jaula para prender seu pênis. Era muito obediente e havia nascido para ser uma puta. Rapidamente, comecei a digitar uma mensagem para ele, já que ele tinha um celular consigo que, obviamente, servia apenas para que ele pudesse se comunicar comigo e com mais ninguém, nem mesmo via internet.

Pedi para que ele me fizesse um bolo e, como de costume, ele iria preencher seu cu com o máximo de massa que ele pudesse e pôr tudo na mistura e, como tempero especial, ele deveria deixar a iguaria ainda mais deliciosa mijando nela, além de aproximadamente duas colheres de fezes, sendo assim iríamos comer o bolo juntos ao anoitecer. E, desta forma, passei praticamente a reunião inteira no meu escritório com os olhos fixos no celular, onde quase ninguém ali percebia que eu fitava a coisa mais excitante que uma pessoa poderia querer ver (seu escravo fazendo todas as suas vontades sem nenhuma resistência, obedecendo-o com fidelidade e gratidão). Assim que saí de meu trabalho, decidi chamar dois amigos meus para que eles pudessem testemunhar em primeira mão como se tortura uma vadia. Eles estavam acostumados com sexo frágil e queriam saber formas de se denegrir e dominar perfeitamente seus escravos e, como eu já era bem mais velhos que eles e acostumado, iria ensiná-los. Petrus nem sabia do que o destino estava reservando, mas iria ter de aguentar, ou aguentaria ou morreria.


+++


Fomos em carros diferentes e eles foram logo atrás, já que eu raramente tinha amigos em casa, pois eu era bastante chato quando se tratava de deixar as pessoas invadirem o meu espaço (e, principalmente, vissem ou tocassem em minhas putas). Petrus era especial para mim, pois de todas ele era a mais submissa, a que poderia apanhar por horas a fio sem reclamar ou que fazia quaisquer coisas que coisas que eu quisesse, tudo com um largo sorriso no rosto. Assim que abri a porta, ele já se encontrava na ampla cozinha pondo o bolo de chocolate (batizado com mijo e dejetos) na mesa, ainda quente. Sorri e retirei o blazer, ficando com a camisa social com os botões abertos e lhe desferindo um tabefe, empurrando sua cabeça para que ele ficasse de joelhos.

“Boa noite, putinha!” sorri e então pus meu membro para fora, me concentrei e então comecei a urinar em sua boca, um pouco sempre escapando de sua boca e sujando seu corpo nu. Assim que cessei, quase um minuto depois, lhe desferi outro tapa na face. “Limpa o chão com a língua, seu bosta” ordenei e então pus as mãos na cintura observando-o polir o chão com a sua língua imunda. Assim que ele finalizou o seu trabalho, assenti para ele e tomei a frente, indo para a cozinha. Fui até uma das gavetas, onde peguei o clister e então peguei a caixa de leite da geladeira, apontando para a mesa. Já sabendo o que o aguardava, a vadia subiu na mesa e se posicionou, esperando. Já em cima da mesa, desferi fortes tapas nas suas nádegas, indo do branco para o vermelho em segundos, assumindo um forte. Sorri.

“Bem, podemos comer desse bolo enquanto vemos você tortura-lo?” pediu um dos jovens apontando para o bolo, o qual recusei maneando negativamente a minha cabeça. Apontei com o queixo para Petrus, enquanto enfiava o clister e o apertava, soltando do recipiente plástico o leite ali contido, indo diretamente pelo seu canal apertado.

“Não, ele foi feito com ingredientes especiais escolhidos por mim a dedo. Ele vai comer tudinho, não é, puta safada?” puxei-o pelos cabelos, mordendo seu pescoço e soltando-o, desferindo novos tapas com a mão esquerda enquanto continuava a preenche-lo de leite e observava as contrações de seu ânus devido ao acúmulo de leite lá dentro, um pouquinho escapando. “Prende o leite aí dentro, porra!” gritei estressado, dando um cascudo na sua cabeça e então retirando o clister.

“O que vai fazer agora, Mike?” perguntou os jovens já com ereções em suas calças.

“Foder esse lixo, ué, podem baixar as calças e bater punheta, seus boiolas.” Pisquei para os rapazes e fui retirando a camisa e calça (estava sem cueca como quase sempre), e fui masturbando meu pau, cuspindo várias vezes no cuzinho de Petrus e, sem nem pensar duas vezes, encaixei minha rola naquela caverna cheia de leite e fui enterrando meu pau ali dentro, lhe invadindo enquanto inúmeros peidos saíam de seu buraquinho e leite espirrava para todos os lados, molhando meu abdome, coxas e sujando a cozinha inteira. Puxei-o pelos cabelos, sussurrando no seu ouvido:

“Depois vai limpar isso com a boca, tá me ouvindo? Agora cai de boca no bolo de bosta!” peguei Petrus pelos cabelos e empurrei sua cara no bolo redondo e escuro, obrigando-o a comer de sua própria receita. Enquanto isso, os dois rapazes se masturbavam de olhos fixos na cena.


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With = Petrus Law

your ass was made to be destroyed
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